Qual é o teu problema ?
O que tu tá fazendo aqui ?
Acha que chega pra somar
Mas é um dos piores que eu já vi
Revolução é o cacete
Quer a volta do porrete
A bagunça não acabou
Mas a cortina se fechou
E cegou metade de vocês
Que só pagam pau pra inglês
Colônia de português
Pelo menos tente uma vez
Fazer do jeito de vocês
e não se deixar pelos antigos ratos
Que já esporam os fatos
Tá tudo imundo
Mas não é o fim do mundo
Apenas se perca na voz da verdade
Mãe amada o que fiz ?
Será que cresci em excesso de velocidade ?
Agora professores que ainda escrevem a giz
Não tem mais a quem escrever
Pois alunos já não estão
Recebendo educação
É tudo uma puta doutrinação
E irmão essa é a minha missão
Descer o cacete em quem diz que política
Anda junto com religião
Limpem esse chão sujo
Essa carne podre atrai de tudo
Mas o mais nojento
E saber que urubu se faz de águia
Comendo dos meus podres bancando o caçador
Agora meu irmão eu preciso é te trazer a dor
Meu pai, eu To doente ?
Sinta o coração dessa gente
Ele não trabalha junto com oq vê
Nem com o que sente
Então o que é que tem na cabeça ?
Maluco tu tá besta ?
Mas afinal um rato pra fora não acaba com o ninho
Então se esforce mais um pouquinho
Um já foi, faltam centenas
Então entendam, aprenda Atenas
A política já virou um jogo
E é louco quem acha que pode jogar comigo
Olhe pro próprio umbigo
Antes que queime com o fogo
E perturbe a minha cortina de fumaça
Que me protege enquanto vou à praça
Atrás de arruaça
Já que nem coxinha nem reaça
Faz algo que presta de graça