Povo espelho,
Que copia
Uma Idéia qualquer
Que à ele veio.
Em Desespero,
Qualquer coisa matam
Por um baú cheio
De ouro dos leigos.
Promessas que reluzem,
Que seduzem,
Que conduzem
E que iludem.
A moeda,
De ambos os lados
Riscada está.
Basta olhar e verá.
O povo espelho não reflete,
Que ironia.
Apenas de alegria serve
Para quem os domina.