A cada dia enfrentamos algum desafio. Por isso devemos estar preparados. Dentro de nossas possibilidades. Eu disse algum desafio, porque nem mesmo sabemos se vamos enfrentá-lo.
Mas lá estava eu. Não esperava que me acontecesse nada. E até a hora em que eu disse isso nada me surpreendera.
Eu disse surpreendera, um exagero de linguagem, porque os desafios afinal acontecem a todo mundo.
E eis que me aparece um homem muito forte pela frente. Eu o cumprimentei. Ele respondeu amistosamente.
Depois eu fico conhecendo a mulher daquele homem. Como?
E um dia eu estava precisando de uma empregada doméstica. Pedi a conhecidos, e me arranjaram uma.
Ela era exatamente a mulher daquele homem forte. Mas veio e estava trabalhando.
Quando apareceu o homem forte. Eu estava na varanda da minha casa.
Ele perguntou por ela. Eu fui chamá-la.
Ela veio e atendeu-o. Eu dei todo o espaço da varanda para eles.
Não é que eu não o respeitasse. Se fosse o caso de temê-lo eu o diria. Respeitava-o e muito.
Mas ele se foi. Mesmo respeitando o homem forte, eu não o conhecia de modo algum.
Claro que quem a gente não conhece direito a gente olha de modo desconfiado.
Enfim, ele se foi. Eu pergunto a ela:
- Você é mulher deste homem?
- Sim.
Eu para dizer do desafio deste dia, não enfrentei nenhum. Porque eu respeito as pessoas.
E claro para um contista eu ainda preciso aprender muito. Por exemplo, como terminar esta estória?
Termino com um ditado meu: Indenpendente de conhecermos ou não um pessoa, devemos respeitar as pessoas.