Acordei pela manhã e peguei meu celular. Passei uma mensagem para minha irmã. Ela hoje não me respondeu com o Bom Dia, não sei porque.
Não me preocupei, ela estava longe e o que eu podia fazer? Nada. Depois pensei: será que ela está bem? E eu mesmo respondi: Deve estar, porque notícias ruins chegam logo.
A seguir tomei meu café da manhã. Sentei-me no sofá, e liguei a televisão.
Rezei acompanhando o padre e a seguir assisti uma missa.
A empregada chegou, fritou um ovo para mim. Passou o café no coador e eu bebi café.
Comi também pão e banana. Apesar de a banana, fruta bem brasileira, ser desautorizada por aqui.
Não passei mal. Esperei o telejornal e vi as notícias do dia.
Fui para o meu quarto, que é onde eu tenho minha mesa de trabalho, e nela elaboro alguns textos, mas nem sempre.
Veio o meio-dia. Fui até a copa e almocei.
Para quem acha que está sendo tudo monótono, é porque não sabe que até aqui houve movimento. Movimento principalmente do meu corpo.
Vim para o meu quarto. A empregada costuma chamar este quarto de escritório. Quem ouve pensa que sou chic.
Chamei a empregada e pedi:
- Me ajuda a procurar um livro, o título dele é Teorias da Personalidade.
E comecei a ler. Achei-o um tanto enfadonho, mas continuei. E cheguei a um ponto onde o achei bastante interessante.
Já tinha agradecido a empregada. Ela por sinal é muito inteligente.
E a tarde se foi. Tomei o café da tarde sentado à mesa com a empregada. Quem vê nisso sinal de intimidade, está muito enganado.
Vi um pouco mais de televisão. E vim para o quarto. Li mais um pouco.
E assim passei o meu dia de hoje. Vivendo-o.