The book off lost tales
Urizen
Tipo: Conto ou Crônica
Postado: 21/07/20 15:06
Gênero(s): Poema Reflexivo
Avaliação: Não avaliado
Tempo de Leitura: 42seg a 57seg
Apreciadores: 4
Comentários: 4
Total de Visualizações: 642
Usuários que Visualizaram: 8
Palavras: 114
Livre para todos os públicos
Capítulo Único The book off lost tales

A minha escrita nunca foi muito boa, devo pedir desculpas a quem lê esta obra.

Mas em meio a tantas crises internas e externas, o que escrevemos dentro de nós?

Me lembro de quando escrevi meu primeiro conto. Antes deste abençoado lugar.

Sobre um vampiro que se contradizia. Pois admirava os humanos que não vendem seu valor, enquanto ele mesmo foi o inicio daquilo.

Os antigos diziam que o sangue é a alma de alguém, ter o sangue é ter a pessoa em si.

Será mesmo?

Eu penso que as palavras são a existência das pessoas. E o que ela deixa de dizer, deixa de sentir.

Este é um livro inacabado. De contos inacabados.

❖❖❖
Apreciadores (4)
Comentários (4)
Postado 04/08/20 18:36

Que lindo vc dizer que a palavra é a pessoa, eu também acho, concordo muito com vc, o que a pessoa deixa de dizer fica perdido como se não existisse, é isso aí, vc é sempre perfeito nos seus textos *_*

Postado 04/08/20 18:44

Eu não sou perfeito, amiga, apenas tenho algumas experiências

Postado 16/08/20 17:13

Concordo, vida realmente é vivida quando deixa sua escrita marcada na história!

Postado 18/01/21 22:55

Profundo e essencial. Realmente transparece com maestria a jornada de um escritor e a importância de deixarmos uma marca.

Obrigada por compartilhar conosco.

​Parabéns, Urizen ♥

Postado 20/01/21 07:53

Obrigado pelo gentil comentário, deusa Brina. Sempre gentil e sincera.

Postado 31/05/21 18:35

"Eu penso que as palavras são a existência das pessoas. E o que ela deixa de dizer, deixa de sentir.", simplesmente intenso.

Durante muitas situações eu me calei, não tive a oportunidade ou não podia falar nada. Então, com o passar do meu desenvolvimento em pensamentos e na escrita, fui colocando tudo o que penso no papel. Assim como a senhorita Sabrina disse acima, devemos deixar uma marca. E essa é a minha. O silêncio. O que eu queria gritar para as pessoas, faço em um papel. Mesmo que elas não me escutem, me sinto bem por estar soltando toda a angústia.

Curta, mas com muito a dizer. É assim que eu defino sua obra.

Obrigada por compartilhar algo tão egrégio.

Beijos!