Ruínas de mim, dos outros em mim, por (?)...
a chama, porém, persiste;
o desejo serpentinoso;
e essa mulher que se esgueira no olho do nada;
que posa para fotos com os pés a brotar do nariz;
e os ouvidos salpicados de vales
em que passarinhos borboleteiam Dada nado de fogo;
seu espírito no cúspide plasmado do surreal trinar
das gôndolas venezianas empilhadas nos braços
do Cristo Redentor com samba nos rodeios elétricos
do bonde blum de blur de azul de bler de blim...
Pouso de argolas girando no quadril olímpico...
E essa mulher que, quando acorda, vê o avesso
e concorda que quase acreditaria na suprema luz
ou no tormentoso abismo...
Ai!
Preciso maquiar o meu tormento. Com firulas,
desviar minha consciência do eterno cancro...
Ai!
Gosto de brincar com as palavras; e às vezes me corto.
Mantenho-me frenético, nervoso, sem ioga e sem ascetismo;
comendo biscoitos Cream Cracker com manteiga;
bebendo infinitas xícaras de café;
a minha dieta amarga;
o tabaco que agora acabou...
O que se passa no STF? O que se passa
com as outras tantas INFINITAS SIGLAS?
Os seres humanos continuam jorrando, incessantes,
da ferida aberta do vaginal cosmos transante,
em tudo transando com tudo ad aeternum.
Tenho a língua azeda de ressaca odienta;
e este mal humor e esta agonia que não tem preço.
Mas eu gosto das fotos daquela (mulher?)
explosão
gif
aconteceu que.
de re
pente. assim logo tudo quebrou. o sol raiou etc.
Boatos de que buscavam a ressurreição...
Mas tamanha quantidade de Ketchup no brioche!
Com efeito
o véu de maya
deliciosa & ou horrorosa [mas (também)] cúmulo de corais
de casais de saturnais e não sei o que mais
minhas costas doem
eu quero a paixão impossível