A espada que atravessa meu peito, mas não fere corpo nem derrama sangue.
Ela corta meu espírito, carne e ossos, dividindo o que era bom do que podre era.
Humano e demônio se separam. Luz e escuridão se separam.
Pois ela se tornou minha razão, e para atingir ela nao posso hesitar em me livrar do que corrompido está.
O humano , poeta, amoroso, se separa de sua outra metade, desejoso.
Algo perigoso.
Algo necessário.
Pois só um pode viver.
Até aquele dia nascer....