Não sinto seus braços me rodearem mais
Não sinto sua respiração contra a minha
Saudades de deitar ao seu lado
Será que seu lar já não é mais em meus abraços?
Há quanto tempo nos deixamos cair nessa desilusão?
Primeiro foi-se o amor, agora as mãos
E todo o espaço antes preenchido
Qualquer grunhido soa e é persistido
São ecos de choro
São ecos de distância
São ecos de desamor