Cada vez que puxo a espada para matar, me lembro da última vitíma a sangrar.
Para mim não há perdão. É o destino que escolhi.
Achei que na minha fraqueza e pouca sabedoria poderia te proteger.
Mas tudo que fiz foi ferir você.
Agora o que me resta e vagar. O sangue em minha espada marcam o meu desesperar.
Não há descanso. Nem vida. Nem morte. Nem honra. Nem desonra.
Não há nada. Não sinto nada.
Pois no momento que eu sentir, irei morrer.
E tenho que sobreviver.
Esta poesia fria
Só e fruto de frustraçao e de uma alma vazia