Eu e você naquele escuro, nus, se agarrar como dois animais famintos, nos beijando como se o mundo todo acabasse, que se foda se não havia luz, não queríamos achar o interruptor, você apenas queria me achar e destruir-me e eu queria o mesmo.
Tu jogou-me contra a cama e avançou sobre mim como se fosse me devorar, não tinha piedade, destacava chupões em meu pescoço, apertava meus seios enquanto dizia tão imoralmente o quanto eu era gostosa.
Eu não ficava atrás, arranhava, provocava, gemia, pedia por ele.
_ Feche os olhos _ mandou ele, e eu o fiz.
Apenas senti suas mãos abrirem minhas pernas e o sentir aquela língua quente do meu sexo, me chupando, provando, beijando-me como se eu fosse sagrada.
Eu contorcia-me mas não abria os olhos, apenas fazia movimentos com o quadril, loucamente, como se fosse morrer se não o fizesse.
Ele continuava, rapido, profundo, usando e abusando da minha intimidade enquanto suas curtas unhas prendiam-me no lugar.
Foi quando eu renasci, como mulher, senti tudo vibrar, girar.
Gritei
Gozei
Senti completude me inundar.
Não me lembro do resto, apenas sussurros doces, um beijo na testa, e eentreguei-me contra a vontade ao cansaço.
Era uma noite de inverno, doce como mel, quente como o inferno.
Bela noite aquela...