Tentaram por ao chão a dama de aço, faze-la correr ou desistir, ir para outras margens.
Já conseguiram arrancar lagrimas amargas de rancor daqueles olhos tão selvagens.
Seu grito de ódio ecoava por todo o lugar.
Seu riso cavernoso batia como tapas nos rostos convencidos.
Para ela era divertido provocar.
Mas ninguém nunca a encarou de verdade.
A alma podre dos covardes não suportava.
A alma do maldoso fracassava
Corria e se isolava com aquela boca que feria.
Com o olhar que matava.
Encara-me, se for capaz.
Encara-me se tiver coragem.
Posso cair pela agressão bruta.
Mas é a sua alma que perecerá sob minha palavra absoluta.