Um aprendiz de traficante sentia o sangue escarlate escorrer pela sua mão, prestes a morrer no beco controlado por seus rivais, tão condenados quanto o próprio.
Uma má mãe punha a mão sobre o infeliz filho que a doença levara, pois o pobre pai não conseguira o suficiente para a medicina necessária.
Um velho senhor chorava com a mão no peito ao ver o corpo da filha pendurado na cozinha, que se enforcara após perder a única motivação de vida.
Um terço em cada mão. Um punhado de rezas em vão.
Em meio aos seus pretéritos imperfeitos, todos me questionavam por que eu não intervi.
E sobre os céus, ao aguardo de todos, eu ria de tamanha ingenuidade. Eles não compreendem que é tão mais divertido observá-los?