Se a face do espelho não é mais a minha
E a voz não me apetece
Os gritos que o vento ecoa
São os calos de minha prece
A satisfação dos meus dias
Fazem da canção mais sutil
A guerra mais fria
A métrica não corresponde à escrita
E a beleza consumida
Está nos calos que carrego
Em toda santa, maldita rotina.