Play
Yvi
Tipo: Lírico
Postado: 14/12/17 21:38
Editado: 18/10/21 03:39
Avaliação: 10
Tempo de Leitura: 37seg a 50seg
Apreciadores: 8
Comentários: 8
Total de Visualizações: 1090
Usuários que Visualizaram: 9
Palavras: 100
Não recomendado para menores de dezesseis anos
Notas de Cabeçalho

Uma dose fraca da minha marca registrada.

Capítulo Único Play

O luar enaltecia a morte

A faca glorificava a pele

O sangue escorria

A melodia fluía

Atravessando a escuridão

Rasgando a esperança

Brincando com a vida

A doce e gentil alma branca

Esvaía-se pelas ruas

Exalando a sua podridão

Mostrando a realidade

Findada com crueldade

Bruscamente interrompida

O filme chegou a mais um final

Ei, você aí, o que está esperando?

Aperte o play outra vez,

Vamos assistir a este filme do início.

Sente-se ao meu lado e espere a lua aparecer!

Tenho plena certeza de que ela irá adorar te enaltecer,

Como fez com tanto outros antes de você.

❖❖❖
Apreciadores (8)
Comentários (8)
Comentário Favorito
Postado 24/10/20 14:31

Flavinha do Céu... Como não li essa obra antes? Tu diz que não leva jeito com os líricos, mas eu acho que leva sim, e muitooo! Principalmente quando trata-se de um lírico sobre terror, amo as mandingas que você posta aqui, colírio para estes olhos que lêem!

Parabéns! <3 <3 <3

Postado 24/10/20 23:40

kkkkkkkkk Muito obrigada! <3

Postado 14/12/17 23:09

Onde será que já vi algo parecido mesmo que diferente dentro de suas paradoxais semelhanças? Quem sabe?

Até que ficou legal, bem estruturado dentro do contexto. Parabéns, princesa :*

Postado 15/12/17 10:06

Não sei de nada....

Obrigada.

Postado 16/12/17 02:06

Sabemos para onde você está querendo nos levar com essa brincadeira de play e faca. Acho que tem algo relacionado a assassinato, tortura e necrotério, respectivamente.

O eu-lírico soa sarcástico e, ao mesmo tempo, necessitado. É como se uma simples ação de um indivíduo provocasse uma reação em cadeia que termina com a morte certa. Os versos parecem como uma rua sem saída, pois não importa para onde venhamos a correr, o eu-lírico vai nos achar.

Parabéns pela obra, Flavinha! Adorei, simplesmente! ❤

Postado 17/12/17 18:05

Sabemos muito bem! KKKKKKKKK

Muito obrigada!

Postado 16/12/17 03:58

O mais irônico é que Play também remete a um jogo, uma brincadeira. Resumindo... Diversão. E não é isso que o eu-lírico busca/sente a cada repetição do ato, a cada novo clicar de botão? Com o instrumento certo e a pessoa errada (ou correta. Na verdade, tanto faz, não?) nas mãos, tudo pode (e vai) acontecer...

Belo trabalho, Srta Flávia. Extremamente sutil, mas isso de modo algum remove o requinte (de crueldade incluso e implícito) da obra!

Atenciosamente,

Um ser que aprecia um bom Play, Diablair.

Postado 17/12/17 18:05

Pois é!

Obrigada!

Postado 29/08/20 21:23

Aawwnnt que filminho mais fofinho, mostrando um assassinatozinho lindinho aaaaaaaa <3

Que replay um milhão de vezes, lá lá lá <3

Amei <3

Postado 31/08/20 00:19

Com muito carinho!! kkkkkk <3

Postado 03/10/20 01:49

A genialidade por detrás de cada escolha nas palavras é gritante. O modo como o eu-lírico nos "encanta" e incita a começar esse jogo é surreal, uma sedução macabra que terminará em um vermelho rubro.

Alguns poetas diziam que nada era mais glorificante do que o submundo das sombras. Enaltecer esse momento brincando com as palavras foi magnífico.

Parabéns, Gema ♡

Postado 03/10/20 20:38

Muito obrigada! <3

Postado 23/10/20 16:26

Gostei do estilo e descontração colocados no poema. A forma como foi expresso trouxe leveza, apesar de tratar-se de horror.

Obrigada por compartilhar conosco!

Postado 23/10/20 21:04

Obrigada!

Postado 24/10/20 14:42

"A faca glorifica a pele", e solta o pobre do sangue preso ao corpo. Vou guardar esse texto pra reler em momentos futuros

Postado 24/10/20 23:41

Ok! :)

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