O que seria de mim sem seus olhos talentosos, que pingam em marrom enquanto seguem os meus passos?
O que eu poderia fazer sem suas palavras sensatas, que me beijam o rosto para em seguida me fazerem rolar morro abaixo?
Não sei o que há dentro das minhas veias - meu sangue pulsa e seu nome corre dentro delas, respiro às vezes, mas ando me sentindo meio-viva; eu puxo o ar, mas ele escapa pelos meus ouvidos.
Não sou capaz de ouvir nada além do som do seu fino riso... E todas as palavras que eu penso, têm suas iniciais e seus cheiros vespertinos, têm seus tons e de sonoplastia ao fundo, me vêm os seus suspiros.
Garota, você acaba de me contaminar com seu doce veneno. O quão profundamente ele se encrustou em meu peito?
Sorria apenas... Pois eu juro que seria capaz de chorar eternamente caso algum dia, você parasse de me amar.
Pois garota, você é a toda poesia. As rimas universais, conspiram a seu favor; menina, tua língua tem magia, profere palavras que eu jamais poderia ter ouvido, se não viessem de você, morena-índia!
Índia matreira, vemos que Deus nos fez um para a outra, quando eu percebi que a curva dos nossos pés se encaixava perfeitamente... Vejo que és um sonho.
Meu coração só apanha, já nem sente.
A sua força.
A sua roupa.
Seus olhos escuros de lama,
Sua pele pintada de pele de sol, menina, me ame, ou eu arrancarei meu projeto de coração. Dou-o para os Chacais, pois de nada valeria, pulsar sem haver um ritmo.
O teu.