Chuva Aleatória
tori vibks
Tipo: Conto ou Crônica
Postado: 11/12/17 15:42
Editado: 12/12/17 09:43
Gênero(s): Drama Poema Romântico
Avaliação: Não avaliado
Tempo de Leitura: 33seg a 45seg
Apreciadores: 6
Comentários: 4
Total de Visualizações: 1094
Usuários que Visualizaram: 11
Palavras: 90
Livre para todos os públicos
Notas de Cabeçalho

Não deixe ir alguém que você sabe que deve estar por perto.

Capítulo Único Chuva Aleatória

A chuva cai, minhas lágrimas também

de um amor fui refém.

Achava eu que queria liberdade

mas quando tudo acabou

percebi que liberdade era estar em seus braços

ouvir os seus risos, simplesmente estar contigo

A distância machuca, saber que eu a escolhi

só me fere mais, e mais não te ter aqui.

Ainda escuto seus cliques nos botões,lembro

de sua voz ao reclamar do jogo, lembro-me de como coisas simples o irritam.

Mas mesmo com todo seu mau humor

para mim você dava um sorriso.

Contigo, eu tinha abrigo...

❖❖❖
Notas de Rodapé

Obrigada pela atenção, estou aberta a críticas e sugestões.

Vibks

Apreciadores (6)
Comentários (4)
Postado 16/01/18 02:41 Editado 16/01/18 02:42

Os versos nesta obra são melancólicos e angustiados, porém o que mais me surpreendeu foi como cada palavra descreveu com precisão tantas situações que eu perdi por escolha própria.

O eu-lírico possui um amor intenso, cheio de lembranças e que transborda a mais palpável saudade. As palavras ferem e rasgam o interior do leitor, justamente por ter como característica um sentimento que todos já sentimos ao menos uma vez.

Belíssimo poema, moça. Meus parabéns ❤

Postado 05/02/18 13:51

Os sentimentos são muito bem expostos na obra, com a linguagem melancólica dando ainda mais intensidade a eles. Meus parabéns.

Postado 17/02/18 00:28

Sentimentos tristes, mas de certa foma bonitos...

Parabéns!

Postado 24/10/18 00:21

Abrigos podem ser confortáveis, mas a gente nunca vai saber sobre a beleza e o perigo das tempestades se não estivermos dentro delas... Nunca saberemos então, como reconstruir o abrigo se alguma tempestade o desfizer...

Eu gostaria muito de abraçar o eu lírico da obra, olhar no fundinho dos olhos para ele saber que jamais está sozinho, e muitas coisas lindas o aguardam.

Enfim, é lindo. É real. Tão real que posso tocá-lo. Magnífico!