As grossas correntes
Presas aos pulsos
Vendavam a visão
Reproduziam o eco
Impediam o grito
Continham a boca
Mecanizando opiniões
Robotizando ações
Espelhando o “certo”
Um verdadeiro padrão
Apenas sim
Nunca não
Sempre de vigia
Impossível libertar
Não adianta tentar
Um caminho
Nada mais
Siga a corrente
Reprima vontades
Ignore desejos
Esqueça o “errado”
E...
Morra afogado