Ela é invencível. Dedico todo meu amor e ela me aponta sua arma: diz que sou um bosta e que não sirvo nem para pano de chão. Cara, se ela não tivesse aquela bunda, já teria a largado. Mas ela tem aquela bunda e vai para cá e para lá num rebolado hipnotizante. Chego por trás, dou um tapinha e já a encocho Para quê?! Ela me solta os cachorros e tudo sempre acaba igual; eu me retiro, na minha insignificância, para o quarto, e ela vai, toda cheia de si, para o banheiro. O resultado? Bronha e siririca, baby.