Figura nos meus habituais neurônios sociedades
Quais estas não coexistirão pelos sórdidos caçados
Maniqueístas de berços de ouro legitimados,
Ó! Abóbada celeste das horas concursadas e humildes.
Não poderdes ingênuo ser na imensurável linha
Temporal das letras, nem sucumbir experiência
Aos garrafais adornos holísticos tua consciência.
Ó! Memórias das muitas vividas entrelinhas.
Saberdes deles, microrganismos unicelulares heterótrofos
Miseráveis sanguessugas da incapacidade nutricional
Bestas eternas, esmigalhadas almas, o mal.
Não dirijais as costas aos conhecidos amigos autótrofos
Poder-se-ão camuflar de sutis parasitas solenes
E do teu sangue beber vinhos em banquetes perenes.