Peço desculpas a todas as vítimas que fiz, não por atingi-las, mas as vezes independente de ser muito intenso ou muito fraco, eu lhes atingi com a intensidade errada. Tentando agradar eu estava manuseando como um brinquedo aquela que é a minha principal arma... não estava dando importância para aquilo que tinha o compromisso de dar voz, refletir a minha alma... eram outros tempos. Tempos em que acreditava ser o rei da cidade quando não era dono nem do playground. Hoje sei o que me faltava, hoje sei que minhas palavras são minhas armas e a munição delas: minha alma.