Então, vamos começar falando desse título... Só queria dizer que nem a senhora Vida e/ou a senhora Morte conseguem separar, viu? Pelo menos não completamente, mas ok...
Tudo bem, eu sei que na verdade você queria dizer que desde o início a coisa foi bugada, sinistra e sem sentido, porém, foi tudo muito lindo, amoroso e dramático (mesmo que de um jeito estranho e que só duas pessoas com problemas mentais graves entendem, mas ok...)
“...irei lembrar e amar até o fim.” Fia, esse fim aí não tem fim não, viu? Ele está proibido de virar fim, na verdade.
Daí ela fala de apoiar... E que apoio viu? A pessoa ali sofre nas mãos de uma psicopata que vive implorando betagem, capa, título, sinopse e tantas outras coisas. Sério, desculpa pela vida de escravidão que tu leva por minha causa, Pami. Vou tentar diminuir isso (Daí as pessoas esperam que eu diga que vou tentar acabar, but, fios, não tem como acabar... Nada relacionado a mim e a gema acaba... Nada mesmo!)
E lá vem ela com esse lance de vida acabar e separar... Se a vida acabar, a morte começa e essa eu creio que dura uns bons bocados, então... Pode tirar o cavalinho da chuva de lágrimas pra ele não pegar um respirado, pq até depois da vida eu vou te assombrar com betagens e afins. Sorry, mas não existe uma maneira de se livrar de mim.
Esse poema me fez lembrar o nosso início. Antigamente as nossas conversas eram tão estranhas quanto hoje. Não existe tristeza no mundo que resista a meia hora de conversa bugada e cheia de purturina, nevens e coisas estranhas do tipo.
Juntas até depois da vida, Gema! (Quer algo mais gay que isso? Nosso pvt é pura purpurina em algumas horas...)