O silêncio os ouvidos machucar,
Sem uma voz para escutar,
Sem nínguem para conversar,
O silêncio lentamente há de matar.
A sede de discorrer,
Há da língua corroer,
Ninguém para fazer
O som da sua voz sobreviver.
Seu corpo há de ruir
Em saudade do corpo dela sentir,
Saudade do seu desejo fluir.
A mente agoniza em confusão,
Melhor nunca mais vê-la então,
Porque dor não há como a solidão.