Eu não sabia o que fazer.
O corpo à minha frente não podia ser o dela – eu simplesmente não podia aceitar. Quase morta. O coração batia fraca e lentamente, ameaçando parar de funcionar a qualquer momento. O sangue que escorria pelo seu corpo pintava o chão com um vermelho podre, e seus movimentos já eram quase nulos. Enquanto ela morria, o próprio amor estava me matando. A morte estava ao nosso lado estendendo sua longa e esquelética mão. Não sei se ela pôde me ouvir, mas espero que sim.
“Se quiser e precisar, divida-me, e então assim devo também partir.”