Engraçado como conseguimos gostar de alguém e o mesmo não corresponder a nem uma centelha do que você está ali disposto a dar.
E é assim mesmo, sempre foi.
Chega sem pedir permissão, se instala em seu cérebro; coração; estômago; pernas e em cada cantinho de seu corpo. Transforma cada pedaço do que um dia você já foi para o bem ou para o mal. Faz você ser o famoso bobo apaixonado: Aquele que às vezes esquece-se de si próprio em prol do outro.
E, no final, na maioria das vezes sobra amargura destinada à quem um dia você jurou “amar” pelo resto da vida. Bem irônico, não é? Às vezes acabamos tomando antipatia só pelo termino de um relacionamento que já não dava mais certo para uma das partes.
Prometemos nunca mais gostar de ninguém, odiamos tudo que tem a ver com o amor e às vezes repudiamos os casais que vemos nas ruas, só por que aquilo não deu certo para nós. A dor nos nubla e faz com que esqueçamos que a vida é feita de renovações.
Quando nos damos conta, já estamos renovados e prontos para gostar de outro alguém; com o cérebro focado naquele sorriso que deixa o coração descompassado, e as borboletas - que jurávamos que estavam mortas – voando no estômago como nunca antes.
Seres humanos são engraçados. Passam por turbilhões de sentimentos, acham que não vão superar, mas sempre estão lá...
Prontos para segurar a granada que é o amor.